Storytelling no Direito: o que é e como aplicar  

Existem muitas técnicas para atrair a atenção do cliente e efetivar uma venda. O Storytelling é uma destas táticas e pode ser um grande aliado na hora de oferecer um produto ou serviço.  

Esta estratégia, frequentemente utilizada pelo Marketing Digital, também pode ser usada na advocacia. O Storytelling tem potencial para impulsionar resultados e aprimorar a comunicação de maneira criativa e ao mesmo tempo informativa.  

Confira abaixo o que é o Storytelling, como utilizá-lo no Direito e quais as principais vantagens.  

O que é Storytelling? 

O Storytelling é uma técnica desenvolvida na área da comunicação com o objetivo de envolver o leitor emocionalmente com o conteúdo. O termo deriva do inglês “story” (história) e “tell” (contar) e na prática significa contar uma história. Entretanto, não é uma forma comum de contar uma história, o Storytelling utiliza elementos para fazer com que o leitor se identifique com o conteúdo exposto, de modo que ele se sinta representado naquele contexto e crie um vínculo com a experiência.  

Essa tarefa parece ser complexa, mas utilizando as ferramentas corretas é possível alcançar bons resultados. No mundo dos negócios e das vendas ter a seu favor um elemento capaz de prender a atenção de seu público é uma das formas de se destacar em um mercado cada vez mais competitivo.  

Como utilizar o Storytelling na advocacia?  

Para construir um Storytelling de sucesso, primeiro é importante ter como premissa um planejamento para executar cada etapa. Confira abaixo as principais: 

  1. Conheça seu público-alvo: antes de desenvolver uma história, é preciso determinar para qual público o conteúdo se destina. A faixa etária também é importante, já que um assunto que desperta atenção em um homem de 20 anos pode não ser tão interessante para uma mulher de 60 anos.  
  1. Defina o objetivo: os critérios para criação de um Storytelling precisam estar bem desenhados. Não é apenas criar um texto comum e sim utilizar técnicas que façam com que o leitor se sinta conectado ao que lhe foi apresentado. Com objetivos bem definidos a execução do material ocorre com mais fluidez. 
  1. Escolha o formato: quando falamos em contar histórias, de primeiro momento pode surgir à mente um texto, como um livro. No entanto, o Storytelling não se restringe a apenas obras escritas, é possível contar uma história comovente por meio de um vídeo, como nas propagandas que vemos na televisão. Um carrossel no Instagram também é uma opção de formato.  
  1. Qual vai ser a história?: um case de sucesso ou até a história da empresa podem render um material rico. Vale apostar na criatividade, como criar personagens fictícios baseados nas características de seu público-alvo, por exemplo.  
  1. Desperte a curiosidade: como já mencionado anteriormente, despertar a curiosidade do seu leitor é um dos pilares do Storytelling. Algum elemento na sua história precisa fazer com que o seu público se sinta atraído e queira saber o desfecho da narrativa.  

Quais as principais vantagens? 

  • Memorização da empresa: a narrativa proporciona que o leitor memorize a mensagem, a identidade e os valores da empresa.  
  • Engajamento: o público engajado está sempre consumindo os conteúdos de uma determinada marca. Uma história envolvente aumenta ainda mais essa atividade. 
  • Facilita o entendimento: um assunto mais denso pode ser transformado em algo simples e compreensível no Storytelling, já que esta técnica tende a usar uma linguagem mais informal.  
  • Diferencial: usar uma narrativa que convença o público é um diferencial para sair na frente dos concorrentes.  

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