Colaboradores

Eficiência jurídica não escala por ferramentas — escala por decisão estratégica

Gestão jurídica em tempos de transição tributária Durante anos, eficiência jurídica foi tratada como uma pauta operacional: melhorar fluxos, reduzir tempo, automatizar tarefas. Delegou-se essa agenda às áreas de operações, tecnologia ou iniciativas isoladas. O resultado é conhecido — ganhos incrementais, baixa sustentabilidade e pouca conexão com o posicionamento estratégico do negócio jurídico. Essa leitura […]

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Gestão jurídica em tempos de transição tributária

A advocacia tributária vive um momento em que a técnica, embora indispensável, já não é suficiente por si só. A complexidade do contencioso, o avanço dos programas de conformidade fiscal, a consolidação da transação tributária e a implementação gradual da reforma tributária exigem uma atuação mais estratégica, próxima da realidade das empresas e conectada às

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O impacto da geopolítica nos contratos internacionais e os reflexos no dia a dia dos advogados corporativos

A crescente instabilidade geopolítica global deixou de ser um fator periférico para se tornar um elemento central na gestão de riscos contratuais em operações internacionais. Conflitos armados, disputas comerciais, sanções econômicas, nacionalismo energético e o uso estratégico de cadeias logísticas como instrumentos de pressão política têm produzido efeitos diretos e imediatos sobre contratos internacionais, exigindo

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A presença feminina cresceu. A igualdade salarial, não

Segundo o 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o número de mulheres empregadas nas empresas analisadas cresceu 11%, passando de 7,2 milhões para 8 milhões. Entre mulheres negras, o avanço foi ainda mais expressivo: crescimento de 29%, de 3,2 milhões para 4,2 milhões de trabalhadoras.

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Da reflexão à prática: os ganhos concretos de uma operação jurídica estruturada

Se, no debate recente sobre a advocacia, já não parece controverso afirmar que a organização da operação jurídica importa, a pergunta que naturalmente surge é outra: o que, na prática, muda quando um escritório decide estruturar sua operação? A resposta não está apenas em ganhos abstratos de eficiência. Ela aparece de forma bastante concreta no

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Governança de IA e a nova lógica das relações comerciais na advocacia

Você pode estar usando inteligência artificial de forma tecnicamente impecável e, ainda assim, perder um contrato. Não por preço. Não por qualidade. Nem por falta de capacidade de entrega. Mas por algo “mais difícil” de perceber à primeira vista e, por isso mesmo, mais arriscado. A incapacidade de provar, de forma objetiva, como a sua

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O fim do dinheiro em espécie? O protagonismo do Pix

A tangibilidade do dinheiro e o imediatismo no pagamento sempre foi realidade incontestável: notas amassadas e moedas passando de mão em mão. No entanto, com a evolução das relações digitais, essa realidade também veio se alterando com o surgimento dos aplicativos bancários (mobile banking), ainda de forma embrionária em 2008, e, em 2010, de forma

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Alta sofisticação jurídica, baixa engenharia operacional: um paradoxo na advocacia contemporânea

A advocacia sempre valorizou o conhecimento jurídico. O próximo passo de maturidade da profissão talvez seja reconhecer que conhecimento, sem uma operação bem estruturada, dificilmente se transforma em estratégia sustentável. Domínio técnico, capacidade analítica e experiência prática continuam sendo atributos centrais da profissão. Durante muito tempo, esses fatores foram suficientes para sustentar a reputação e

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Por que não deve haver futuro sem mulheres na liderança? 

O mercado jurídico brasileiro está em uma encruzilhada. Mudanças tecnológicas, novos modelos de negócios, clientes cada vez mais sofisticados e padrões crescentes de eficiência, governança e impacto real estão pressionando escritórios de advocacia e departamentos jurídicos mais do que nunca. Diante disso, a sucessão deixou de ser uma discussão de governança interna, mas uma questão

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